Compre Escitalopram em comprimidos na farmácia on-line com conveniência

    Compre Escitalopram em comprimidos com praticidade
    Nome do produto Escitalopram
    Dosagens 5 mg, 10 mg, 20 mg
    Princípio ativo Escitalopram (oxalato de escitalopram)
    Forma farmacêutica Comprimidos orais (alguns fabricantes também disponibilizam solução em gotas)
    Descrição Indicado para o tratamento de depressão, transtorno de ansiedade generalizada (TAG), transtorno do pânico (com ou sem agorafobia), fobia social e transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Uso adulto, com orientação profissional.
    Como comprar on-line Farmácia on-line com envio para todo o Brasil (siga as normas vigentes e orientações de saúde)

    O escitalopram é um antidepressivo moderno pertencente à classe dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS). No Brasil, ele está amplamente disponível em comprimidos de 5 mg, 10 mg e 20 mg, produzidos por laboratórios de referência e genéricos. É recomendado por diretrizes nacionais e internacionais para o manejo de transtornos depressivos e de ansiedade, sendo reconhecido pela boa tolerabilidade, perfil de segurança consistente e praticidade posológica (uso uma vez ao dia).

    Como ISRS, o escitalopram atua ao aumentar a disponibilidade de serotonina nas sinapses cerebrais — um neurotransmissor diretamente relacionado à regulação do humor, ansiedade, sono e apetite. Por seu efeito específico e estabilidade de resposta, tornou-se uma das primeiras escolhas terapêuticas para depressão e ansiedade no contexto ambulatorial. Em nossa farmácia on-line, você encontra Escitalopram com informações claras e suporte profissional, com envio para todas as regiões do Brasil. Reforçamos a importância de utilizar o medicamento com acompanhamento médico e de acordo com as regulamentações brasileiras vigentes.

    Preço do escitalopram no Brasil

    O escitalopram está disponível em versões de referência e genéricas, e, em geral, as apresentações genéricas são mais econômicas, sem prejuízo de eficácia e segurança quando comparadas às marcas originais. A escolha entre referência e genérico pode considerar disponibilidade, preferência do paciente e orientação do profissional de saúde. Abaixo, você encontra uma visão geral de preços típicos praticados no varejo on-line brasileiro. Os valores podem variar conforme fabricante, região, campanhas promocionais e quantidade de unidades por embalagem.

    Para a dosagem de 5 mg, uma embalagem com 10 comprimidos pode ser encontrada, em média, a partir de R$ 25,90. Já opções econômicas com 30 ou 60 comprimidos costumam reduzir significativamente o preço por unidade, chegando a menos de R$ 1,20 por comprimido em ofertas promocionais. Essa opção costuma ser vantajosa para quem necessita de uso contínuo e deseja otimizar o custo mensal do tratamento.

    Na dosagem de 10 mg — frequentemente a dose de início em adultos — uma embalagem com 10 comprimidos pode custar a partir de R$ 34,50, enquanto pacotes com 30 ou 60 comprimidos apresentam preço por comprimido mais baixo, especialmente em compras recorrentes. Muitos pacientes optam por embalagens maiores para reduzir o custo por dose ao longo dos meses.

    Para a força de 20 mg, o preço tende a ser mais alto em comparação com as demais dosagens. Uma embalagem com 10 comprimidos pode iniciar em torno de R$ 49,90, e versões com 30 e 60 comprimidos geralmente apresentam melhor custo-benefício por unidade. Vale salientar que a dose de 20 mg costuma ser utilizada em casos que requerem intensificação terapêutica, sempre com orientação médica.

    Onde comprar escitalopram no Brasil?

    Se você precisa adquirir escitalopram de forma prática e segura, nossa farmácia on-line oferece um processo de compra simplificado, com envio para todas as capitais e cidades do interior. O pedido é entregue no endereço informado, com embalagem discreta e rastreamento de transporte. Trabalhamos para facilitar a sua jornada de saúde, garantindo acesso a informações confiáveis e a um atendimento cordial.

    Contamos com uma equipe experiente e suporte ao cliente para ajudar em dúvidas sobre as apresentações disponíveis, posologia conforme a bula, tempo de uso e cuidados gerais. Em alinhamento com as normas regulatórias brasileiras, é importante utilizar escitalopram com prescrição e orientação profissional, especialmente em tratamentos prolongados e em populações especiais (idosos, gestantes, pessoas com comorbidades).

    A compra on-line é ideal para quem busca comodidade, economia de tempo e organização do tratamento. Nosso objetivo é garantir experiência segura e satisfatória, sempre respeitando boas práticas farmacêuticas e a necessidade de acompanhamento clínico.

    Escitalopram no Brasil

    Para acessar Escitalopram no Brasil, basta escolher a dosagem indicada pelo seu médico (5 mg, 10 mg ou 20 mg), selecionar a quantidade de comprimidos desejada e finalizar a compra. Serviços de teleatendimento, quando disponíveis, podem apoiar a continuidade do tratamento conforme as recomendações de saúde, sem substituir o acompanhamento clínico presencial quando necessário.

    O que é escitalopram?

    O escitalopram é o enantiômero S do citalopram, responsável pela maior parte da atividade farmacológica do composto original. Por ser altamente seletivo para o transportador de serotonina (SERT), reduz a recaptação desse neurotransmissor na fenda sináptica, elevando sua disponibilidade e contribuindo para a melhora de sintomas depressivos e ansiosos. No Brasil, é indicado para o tratamento de:

    - Transtorno depressivo maior (depressão);
    - Transtorno de ansiedade generalizada (TAG);
    - Transtorno do pânico (com ou sem agorafobia);
    - Fobia social (transtorno de ansiedade social);
    - Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).

    Em geral, os primeiros benefícios subjetivos começam a ser percebidos entre 1 e 2 semanas, com resposta clínica mais robusta em 4 a 6 semanas, variando conforme cada pessoa. A adesão diária e o acompanhamento profissional são fundamentais para o melhor resultado terapêutico.

    Escitalopram para depressão (Transtorno Depressivo Maior)

    A depressão é uma condição complexa, multifatorial e bastante prevalente no Brasil. O escitalopram é uma das principais opções farmacológicas de primeira linha, graças à combinação de eficácia, perfil de segurança e tolerabilidade. Ele auxilia na redução de tristeza persistente, perda de interesse, fadiga, alterações de apetite e sono, dificuldades de concentração e sintomas somáticos que frequentemente acompanham o quadro depressivo.

    Estudos clínicos mostram que o escitalopram apresenta taxas de resposta e remissão comparáveis ou superiores às de outros ISRS, com menor probabilidade de interações medicamentosas em comparação com algumas alternativas. Além disso, sua meia-vida favorece o esquema de dose única diária, o que contribui para a adesão ao tratamento e maior regularidade no uso.

    É importante ressaltar que a resposta terapêutica é individual: algumas pessoas percebem melhora gradativa e consistente ao longo das semanas, enquanto outras podem necessitar de ajustes de dose, otimização com psicoterapia ou até a avaliação de estratégias combinadas por um psiquiatra, conforme diretrizes de cuidado em saúde mental.

    Além do alívio dos sintomas, o escitalopram também pode contribuir para reduzir a chance de recaídas quando utilizado pelo tempo adequado. Por isso, recomenda-se manter o tratamento pelo período mínimo orientado pelo médico após a remissão, antes de discutir uma retirada gradual.

    A importância do escitalopram no manejo da depressão

    Em casos de depressão persistente, recorrente ou que se apresenta com sintomas ansiosos significativos, o escitalopram pode ser particularmente útil. A escolha do medicamento leva em conta histórico clínico, comorbidades (como dor crônica, cefaleia, distúrbios do sono), possíveis interações e preferências do paciente. Em cenários de maior gravidade, a associação com psicoterapia (como Terapia Cognitivo-Comportamental) e intervenções não farmacológicas (higiene do sono, atividade física, suporte social) potencializa o resultado.

    Escitalopram para transtorno de ansiedade generalizada (TAG)

    O TAG caracteriza-se por preocupação excessiva e difícil de controlar, acompanhada de sintomas físicos como tensão muscular, inquietação, fadiga e alterações do sono. O escitalopram reduz gradualmente a hiperativação ansiosa, melhorando o estado emocional e a funcionalidade diária. Estudos sugerem que muitas pessoas apresentam resposta clínica consistente após 4 a 8 semanas de uso contínuo, com melhora adicional ao longo de 12 semanas.

    Além de reduzir a ansiedade basal, o escitalopram pode diminuir a frequência e intensidade de crises, ajudando a restaurar a qualidade de vida. Em casos selecionados, seu uso pode ser combinado a intervenções psicoterápicas que ensinam estratégias de manejo da preocupação e reestruturação cognitiva, ampliando a autonomia do paciente frente aos gatilhos de ansiedade.

    O escitalopram é eficaz para ansiedade?

    Sim. O escitalopram apresenta eficácia comprovada em diferentes transtornos de ansiedade, incluindo TAG, fobia social e pânico. Sua alta seletividade para o SERT e perfil de tolerabilidade o tornam uma opção de primeira linha. Como ocorre com outros ISRS, a resposta plena pode levar algumas semanas; por isso, a continuidade do uso conforme orientação profissional é essencial.

    Escitalopram e transtorno do pânico

    O transtorno do pânico envolve crises súbitas de ansiedade intensa, com sintomas como palpitações, sudorese, tremores, falta de ar e sensação de perda de controle. O escitalopram ajuda a reduzir a frequência e a severidade dessas crises, além de atuar sobre a antecipação ansiosa e a evitação de situações que o paciente associa aos ataques. A dose inicial pode ser mais baixa (por exemplo, 5 mg/dia) para minimizar desconfortos nas primeiras semanas, progredindo gradualmente conforme tolerabilidade e resposta clínica.

    A associação com psicoterapia é muito valiosa, pois técnicas de respiração, relaxamento e exposição gradual auxiliam o paciente a recuperar autonomia, retomar rotinas e prevenir recaídas.

    Escitalopram para TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo)

    O TOC caracteriza-se por obsessões (pensamentos intrusivos, repetitivos e indesejados) e compulsões (comportamentos realizados para reduzir a ansiedade gerada pelas obsessões). O escitalopram pode contribuir para reduzir a intensidade e a frequência desses sintomas. Em geral, o controle do TOC exige doses mais próximas da faixa superior (como 20 mg/dia), sempre com ajuste individualizado. Como o benefício pode demorar mais para se manifestar, é importante manter o tratamento e acompanhar regularmente a evolução com o médico.

    A Terapia Cognitivo-Comportamental com técnicas de Exposição e Prevenção de Resposta (EPR) é altamente recomendada em conjunto com a farmacoterapia, produzindo resultados superiores à intervenção isolada em muitos casos.

    Mecanismo de ação

    O escitalopram inibe de forma seletiva o transportador de serotonina (SERT), reduzindo sua recaptação e aumentando a disponibilidade do neurotransmissor na fenda sináptica. De maneira adicional, evidencia-se um efeito de modulação alostérica sobre o SERT, que pode potencializar a inibição da recaptação. Com o tempo, essas alterações levam a adaptações neuroplásticas associadas à melhora do humor, da ansiedade e de outras manifestações neuropsíquicas.

    Diferentemente de benzodiazepínicos, o escitalopram não atua como sedativo hipnótico de ação rápida, e sim como modulador gradual de circuitos serotonérgicos. Por isso, seu efeito não é imediato. Orientar o paciente sobre expectativas realistas de tempo de resposta e ajustes de dose é um passo crucial para a adesão.

    Segurança

    O escitalopram possui um perfil de segurança conhecido e extensamente estudado. Assim como outros ISRS, pode causar efeitos adversos, geralmente leves a moderados e transitórios (por exemplo, náusea, boca seca, sonolência ou insônia nas primeiras semanas). Em comparação com algumas alternativas, tende a apresentar menor risco de interações farmacocinéticas por via enzimática, mas ainda requer atenção com medicamentos que atuem em CYP2C19 e CYP3A4.

    Algumas precauções incluem monitorar sintomas de ativação ansiosa inicial (que costumam atenuar), risco de hiponatremia em idosos ou em uso de diuréticos, e aumento do risco de sangramento quando associado a anti-inflamatórios não esteroides, AAS, anticoagulantes e antiagregantes plaquetários. Em doses elevadas e em situações de predisposição, há potencial de prolongamento do intervalo QT, devendo-se ter cautela na presença de fatores de risco cardiológicos ou com o uso concomitante de fármacos que também prolonguem o QT.

    Posologia do escitalopram para adultos

    No tratamento da depressão e dos transtornos de ansiedade, a dose usual de início em adultos é de 10 mg, uma vez ao dia. Dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade, o médico pode ajustar a dose, geralmente até 20 mg/dia. Em indivíduos mais sensíveis ou em transtorno do pânico, é comum iniciar com 5 mg/dia por 1 a 2 semanas antes de progredir.

    Em idosos, costuma-se iniciar com 5 mg/dia, avaliando a resposta de modo gradual. Em insuficiência hepática, pode ser necessário reduzir a dose. Pacientes com metabolização lenta via CYP2C19 podem exigir ajustes. A palavra final sobre a dose é sempre do seu médico, considerando o quadro clínico e a segurança do tratamento.

    Ajustes de dose em idosos e insuficiência hepática

    Em idosos, o risco de efeitos adversos, como hiponatremia, pode ser maior. Por isso, doses iniciais menores (5 mg/dia) e aumentos cautelosos costumam ser a estratégia preferencial. Na insuficiência hepática, a depuração do escitalopram pode estar reduzida, recomendando-se, com frequência, doses mais baixas e monitoramento clínico. Na insuficiência renal leve a moderada, geralmente não são necessários grandes ajustes, mas a avaliação individual deve prevalecer.

    Em pacientes que utilizam inibidores potentes de CYP2C19 (como omeprazol em altas doses), o escitalopram pode apresentar níveis plasmáticos elevados; nesses casos, o médico pode optar por iniciar com doses menores.

    • Considere doses de 20 mg/dia em casos de resposta parcial após várias semanas na dose de 10 mg/dia.
    • Inicie com 5 mg/dia em transtorno do pânico para reduzir desconfortos iniciais.
    • Avalie cautelosamente em idosos, em portadores de doença hepática e em metabolizadores lentos de CYP2C19.

    Descontinuação e síndrome de retirada

    A interrupção abrupta do escitalopram pode resultar em sintomas de descontinuação, como tontura, irritabilidade, insônia, formigamentos e sintomas gripais. Por isso, a recomendação é reduzir a dose de forma gradual, conforme orientação profissional, especialmente após uso prolongado. O ritmo de redução deve ser individualizado, levando em conta a dose em uso, tempo de tratamento e sensibilidade do paciente.

    Quando o efeito começa a ser percebido?

    Embora algumas pessoas relatem melhora em 1 a 2 semanas, a resposta clínica plena pode levar 4 a 6 semanas ou mais. Transtornos como TOC podem exigir ainda mais tempo e doses mais altas para benefício adequado. Manter a regularidade do uso, alinhar expectativas e fazer reavaliações periódicas com o médico são componentes-chave do sucesso terapêutico.

    Como tomar escitalopram

    O escitalopram pode ser tomado com ou sem alimentos, preferencialmente no mesmo horário todos os dias para manter níveis estáveis no organismo. Engula o comprimido com água, sem partir, esmagar ou mastigar, salvo orientação em bula específica do fabricante. Em caso de esquecimento, tome a dose assim que lembrar, a menos que esteja próximo do horário da próxima dose. Nunca tome duas doses ao mesmo tempo para compensar a dose perdida.

    Não interrompa o uso por conta própria, mesmo na melhora dos sintomas. Converse com o médico sobre o tempo total de tratamento, estratégias para redução da dose e medidas de manutenção para prevenir recaídas.

    Gravidez e amamentação

    O uso de escitalopram na gravidez deve ser cuidadosamente avaliado. Em geral, considera-se seu uso quando o benefício potencial para a mãe supera os riscos. Há relatos de sintomas de adaptação neonatal quando ISRS são utilizados no final da gestação. Em lactantes, pequenas quantidades do fármaco podem ser excretadas no leite; a decisão sobre amamentar e manter o tratamento deve ser compartilhada com o médico, ponderando risco-benefício e possíveis alternativas terapêuticas.

    Dicas do farmacêutico

    Mantenha uma rotina: tome o escitalopram no mesmo horário diariamente para favorecer a adesão. Se ocorrerem náuseas nas primeiras semanas, tente tomar o medicamento com uma refeição leve. Evite consumo excessivo de álcool. Pratique higiene do sono (horários regulares, ambiente escuro e silencioso) e, se possível, associe terapia psicológica baseada em evidências para potencializar resultados.

    Se houver piora importante do humor, ideação suicida, agitação incomum, sintomas de mania (euforia, fala acelerada, impulsividade) ou sinais que sugiram síndrome serotoninérgica (agitação, sudorese, diarreia, tremor, rigidez, febre), procure atendimento médico de forma imediata.

    Precauções de segurança

    Não utilize Escitalopram se houver história de hipersensibilidade ao escitalopram ou a qualquer componente da formulação. Cautela em pacientes com:

    - Transtorno bipolar (risco de virada maníaca), convulsões, glaucoma de ângulo fechado, distúrbios de sangramento, hiponatremia;
    - Doença cardíaca ou uso de medicamentos que prolonguem o intervalo QT;
    - Idade avançada ou uso concomitante de diuréticos (maior risco de hiponatremia).

    Evite combinar com inibidores da monoamina oxidase (IMAOs) e observe o período de washout conforme orientação médica. Informe todos os medicamentos em uso para avaliação de interações relevantes.

    Efeitos colaterais do escitalopram

    Como todo medicamento, o escitalopram pode causar efeitos adversos, mas nem todas as pessoas os apresentam. Na maioria dos casos, eles são leves e transitórios. Entre os efeitos mais relatados estão:

    - Comuns: náusea, boca seca, sonolência ou insônia, tontura, sudorese aumentada, tremor leve, diminuição da libido, disfunção sexual (como atraso da ejaculação ou dificuldade em atingir orgasmo), cefaleia, alterações gastrointestinais (diarreia ou constipação);
    - Incomuns: agitação, ansiedade transitória nas primeiras semanas, palpitações, ganho ou perda de peso discretos, exantema leve;
    - Raros/Graves: hiponatremia (especialmente em idosos), sangramentos anormais (principalmente com uso associado a AINEs/anticoagulantes), síndrome serotoninérgica (sobretudo com combinações de fármacos serotoninérgicos), convulsões em indivíduos predispostos, prolongamento do intervalo QT em doses elevadas ou em combinação com outros fármacos de risco.

    Os efeitos variam conforme dose, sensibilidade individual e uso concomitante de outras medicações. Ajustes de dose ou estratégias de manejo podem ser orientados pelo médico se os sintomas forem persistentes.

    Relate reações adversas

    Se você apresentar reações indesejadas, procure seu médico ou farmacêutico. Em situações emergenciais, busque atendimento imediato. Sempre que possível, registre o evento em sistemas oficiais de notificação. No Brasil, eventos adversos podem ser comunicados à autoridade sanitária por meio das plataformas de farmacovigilância estabelecidas.

    Interações do escitalopram com outros medicamentos

    O escitalopram pode interagir com alguns medicamentos e fitoterápicos. Informe ao seu médico e farmacêutico todos os itens em uso — incluindo prescritos, isentos de prescrição, suplementos e plantas medicinais. Interações importantes incluem:

    • IMAOs (ex.: tranilcipromina, isocarboxazida), linezolida e azul de metileno: risco de síndrome serotoninérgica. Respeite períodos de washout.
    • Outros serotoninérgicos: triptanos (ex.: sumatriptana), tramadol, lítio, triptofano, buspirona, erva-de-São-João (Hypericum perforatum) — aumentam risco de síndrome serotoninérgica.
    • Anticoagulantes/antiagregantes e AINEs: varfarina, AAS, clopidogrel, ibuprofeno, naproxeno — maior risco de sangramento; monitorar.
    • Fármacos que prolongam QT: amiodarona, sotalol, haloperidol, ziprasidona, metadona, macrolídeos (ex.: eritromicina) — avaliar risco/benefício e ECG quando indicado.
    • Inibidores de CYP2C19/CYP3A4: omeprazol (em altas doses), cimetidina, alguns antifúngicos e antibióticos — podem elevar níveis de escitalopram; considerar ajuste.
    • Indutores enzimáticos: carbamazepina, fenitoína, rifampicina — podem reduzir níveis do fármaco; monitorar resposta clínica.

    Esta lista não é exaustiva. Mantenha um inventário atualizado de tudo o que utiliza e compartilhe com o profissional de saúde a cada consulta ou mudança de tratamento.

    Recomendações dos nossos especialistas

    Para obter o melhor resultado com Escitalopram, siga o plano terapêutico definido pelo seu médico, associe medidas não farmacológicas (atividade física regular, alimentação equilibrada, rotina de sono, técnicas de relaxamento) e, quando possível, inclua psicoterapia baseada em evidências. Em caso de eventos adversos, não interrompa por conta própria: comunique-se com o profissional de saúde para avaliar ajustes e estratégias de manejo.

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    • Opções acessíveis com diferentes dosagens e embalagens
    • Atendimento especializado para tirar dúvidas e orientar o uso

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